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Êxitos de ontem para ouvir hoje

por mvf, em 28.11.14

 

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publicado às 11:33

Um Engenheiro de verdade

por AL, em 27.11.14

Chegou-me agora a notícia da morte do Eng Sousa Veloso e com ele se foi mais uma fatia da minha meninice. Dizia-me aqui há tempos uma tia idosa que quanto mais se vive menos gente se conhece; vão morrendo e vão-nos deixando sós.

Lembro-me tão, mas tão bem do programa dele! Eu, que nem gosto muito do campo, que de agricultura nada percebo, que não distingo uma couve de uma alface, que misturo alhos com bugalhos, criei-lhe simpatia desde miúda.

Não conheci pessoalmente o Eng Sousa Veloso, mas penso que teremos sido vizinhos; cruzava-me ocasionalmente com ele ali para os lados da Praça de Londres. De familiar que o sentia cumprimentava-o e ele sorria o cumprimento de volta. Afável, talcualmente como na televisão.

Por muito ridículo que possa parecer o meu sentir, hoje também eu estou um bocadinho de luto. "Despeço-me com amizade até ao próximo programa".

AL

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publicado às 19:04

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Há poucas semanas ocorreu o incidente com as autoridades timorenses, que expulsaram um alargado número de expatriados ali cooperantes, entre os quais alguns magistrados portugueses e, julgo, pelo menos um funcionário policial. A reacção da sociedade portuguesa foi intempestiva, membros do governo, políticos, jornalistas, etc. surgiram a denunciar e/ou a lamentar a corrupção do poder timorense, a inexistência das necessárias virtudes institucionais.

 

Escrevi aqui o meu espanto pela postura do Estado português e dos seus funcionários - como foi possível deixar magistrados portugueses ali deslocados investirem contra o poder legítimo timorense? Quem lhes desenhou os termos de referência? E, ainda para mais, quem permitiu que os funcionários públicos em causa (magistrados e não só) surgissem nos jornais, nas tvs, acusando o Presidente da República timorense e outras altas autoridades locais de corrupção e má índole, referindo-se explicitamente a casos jurídicos que se preparavam e a documentação que teria sido enviada (com que legitimidade) para Lisboa? Julgo, e escrevi-o, tudo isto um desnorte da política de cooperação portuguesa. Potenciado por um fundo intelectual de raiz colonial, um impensamento  transversal, que tem como corolário a confusão de cooperação (Ajuda Pública ao Desenvolvimento) com tutela.

 

O meu espanto foi tão grande que procurei textos sobre o assunto, em jornais e vários blogs, para além de referências dos cidadãos nas redes sociais. Nada encontrei neste eixo de reflexão. Com várias matizes foi geral a invectiva contra o poder timorense, e a explicitação da crença na sua corrupção.

 

Nem os comentadores radio-televisivos, nem jornalistas, nem cronistas, nem bloguistas, nem nós-facebuqueiros/tuiteristas, nem políticos no poder/oposição referiram o absurdo do processo. E também nenhum surgiu a invocar a necessidade do segredo de justiça, a invectivar o eco jornalístico (o "circo mediático") havido, a verborreia dos magistrados em causa, a exigir salvaguarda do bom nome dos políticos até prova definitiva em contrário - tudo isso que seria de sublinhar pelo facto de envolver magistrados portugueses em funções num país estrangeiro, como tal com repercussões na política externa portuguesa. Nada, foi apenas, um global "ai, Timor".

 

Tantos desses surgem agora, tão pouco tempo depois, quais vestais, erectos sobre (esses) invioláveis princípios. Para os profissionais da palavra pública (políticos, jornalistas) isto é um total absurdo, para não dizer outra coisa. Para nós, cidadãos verborreicos, é mesmo distracção. Ou então é mesmo só clubismo.

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publicado às 01:58

Conversas daqui

por AL, em 26.11.14

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Eu em jeito de lamento com os braços cheios de taroucos: estou farta de carregar lenha!

 

Meu vizinho new age que não fala com árvores mas que me explicou que tem um gene da Atlântida (não perguntem): ah!, mas carregar lenha e água é uma actividade muito zen...

 

Eu com cara de vai-te f***r: já percebi que você não foi mulher pobre e africana em nenhuma das incarnações anteriores!

 

AL

 

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publicado às 21:46

... fico a ruminar nos assuntos e perplexam-me algumas coisas.

Não percebo o segredo de justiça: ah-e-tal segredo de justiça praqui, segredo de justiça prali, afinal quais as consequências das fugas ao segredo de justiça? Fazer excluir do processo provas/factos que tenham vindo indevidamente a público? Não foi isso que se passou com as escutas já não sei em que caso? (sim, são muitos e eu baralho-os todos porque os bonecos não variam muito, pois não?)

 

Ah-e-tal é uma vergonha para o país ter um ex-dirigente preso desta maneira. A sério? Não costumamos louvar a justiça de outros países quando não tem medo de enfrentar políticos e dirigentes suspeitos de corrupção? Não exultámos todos quando o italiano das bonga-bonga parties foi julgado e condenado? Ou fui só eu?

 

Ah-e-tal coitadinho é inocente até prova em contrário, agora esse pulha do _____ (introduzir nome à escolha) que tem escrito culpa na cara toda ainda anda aqui fora a passear-se. Nem comento...

 

Uma pessoa fazer-se valer de quem é para ter um privilégio de excepção, sei lá... por exemplo... visitar alguém fora do quadro vigente que regula visitas, não é uma forma de nepotismo? E o nepotismo não é uma forma de corrupção? Só estou a perguntar.

 

Um almoço inocente é o quê? Robalos grelhados?

AL

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publicado às 21:18

No feedly (21)

por jpt, em 25.11.14

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- "Por dever não administrativo", um postal obrigatório no Portugal dos Pequeninos

 

- O Desnorte, postal a postal, sítio de melómano.

 

- "O dia em que conheci Evo Morales" (e outros postais recentes) no Domadora de Camaleões.

 

- "As peripécias de um matemático português que inventou um pseudo-artigo científico", no De Rerum Natura.

 

- "Para onde vão os comentários do Diário Económico?", no A Barriga de um Arquitecto.

 

- Jaime Gama a Presidente da República, no duas ou três coisas.

 

- "Há mais mundo", no Antologia do Esquecimento.

 

- a propósito disso da "A celebridade é um plebeísmo", no Portugal dos Pequeninos.

 

e assim sempre vai sendo óbvio que 

 

- tem razão, e não só estatística, Pedro Correia, no Delito de Opinião: "Francamente exagerada" a notícia da morte dos blogs.

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publicado às 19:22

... aqui ficam duas sugestões, mas sem cavalo e sem cavalgadura:

  1. O João Hasselberg, família aqui da casa, acaba de editar o seu novo álbum. Ide, ide ouvir e comprai o álbum que o Natal esta à porta. Bom e barato como não há! Deixo aqui um amiuzebuche (espero que funcione, diz ela pouco segura)
  2. Não é novidade que aqui na cooperativa gostamos de BD e de cartoons. Deixo aqui este sítio para vosso brauzingue.

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publicado às 18:15

Welcome to Africa

por PSB, em 25.11.14

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publicado às 12:56

As coisas que me ocorrem!

por AL, em 25.11.14

Que raiva! Logo tudo isto excitante e leve tinha que acontecer enquanto eu ando aqui pelo Árctico a levar com doses excessivas de frio e clorofila! Aqui não me chegam televisão, nem rádio, nem sequer metade das notícias e comentos; vou tentando perceber o que se passa através dos meus companheiros da cooperativa e de um ou outro artigo/blog a que vou conseguindo aceder.

Posso, portanto, estar completamente errada mas sabem o que me veio à cabeça quando vi a fotografia do advogado do dito-cujo-carcará-sanguinolento, com o ar mais chateado desta vida, encostado a uma coluna dum qualquer tribunal, a fumar um cigarro e a borrifar-se para o politicamente correcto? Este senhor que aqui vos deixo e que foi (é) talvez o meu personagem favorito da minha série favorita de sempre. Sou só eu a fazer esta associação? Estou completamente errada?

AL

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publicado às 00:18

Presunção da inocência

por jpt, em 24.11.14

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(cartaz do fascismo salazarista, julgo que de 1933)

 

 

Como sabem todos os que pelo ma-schamba passam não sou nem jurista nem filósofo (ou seja, formado em filosofia - muito menos sabedor de filosofia do direito). Mas ainda assim, nesta rasteira condição, arrogo-me ao estrado de muito lamentar a radical ignorância, boçalismo intelectual, que vejo repetido até ao enjoo (ad nauseam) a propósito da prisão (agora preventiva, antes mera detenção) do antigo secretário-geral do Partido Socialista português e, nessa condição, primeiro-ministro da república. Na tv, imprensa e no bloguismo, tanto no comentatório contratado como neste nosso mero vociferar cidadão.

 

Pois inúmeros vates chocalham, pelos prados pastoreados ou  pelos baldios silvestres, o princípio da presunção de inocência dos acusados, qual sacrossanto pilar impeditivo da opinião. Brutalismo boçalismo, repito-o assim. A presunção da inocência é um direito fundamental, que muito bem protege os cidadãos. Até ao culminar de hipotéticos processos em que sejam réus não podem eles (não podemos nós) ser considerados, tratados ou vilipendiados, pelas instituições jurídicas, penais e outras, como culpados. Este é um daquelas princípios fundamentais, basilares, da democracia. Daqueles, poucos e escassos, pelos quais valerá (valeria, espero) combater com a vida em risco.

 

Mas acontece que um cidadão não é uma instituição. Tal como não seria eu, nem qualquer visitante aqui, dotado de poderes e obrigações de investigar, julgar e até absolver ou condenar alguém, também não sou eu, nem qualquer visitante aqui, obrigado a presumir a inocência de alguém. São "coisas", percepções, interpretações [racionalizações se se quiser elevá-as assim], totalmente diferentes. Ou seja, exijo que as instituições, em primeiro lugar as jurídicas, do meu estado considerem qualquer cidadão como inocente até prova definitiva em contrário. (E, até, que creiam, e nesse sentido actuem, na hipótese de regeneração do culpado). Mas não sou minimamente obrigado a seguir esse princípio, enquanto dado de avaliação de um compatriota.

 

Dito isto, eu, jpt, cidadão democrata de 50 anos, re-ju-bi-lo  hoje, com a prisão do acusado, e presumível inocente, José Sócrates, antigo secretário-geral do Partido Socialista. Convicto que estou, sem provas, das suas inúmeras maldades. Contra o meu país. Assim traidoras.

 

(E, já agora, lamento a confusão intelectual de tantos teclistas e até oradores que por aí peroram sobre o "direito  à presunção à inocência". Uma espécie de "plural majestático" que usam, julgam-se estes pobres indivíduos verdadeiras instituições. Um pouco de modéstia não lhes ficaria mal. Ou, pelo menos, de reflexão.)

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publicado às 22:53

Carlos de Oliveira

por jpt, em 24.11.14

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Nisto da mania de ler as "coisas actuais", de olhar para os escaparates - as novidades e as reedições canónicas - e etc. um tipo distrai-se, esquece-se das coisas necessárias, grandes escritores ou, mais do que isso, de grandes páginas ... Ora vou eu relendo isto, coisa dos anos 1950s, até distraído pois já conheço o enredo e, de súbito, esta pujança:

 

"Uma cabaça de vinagre despejada, os resíduos ácidos que escorrem com dificuldade pelo interior do bojo até pingarem do gargalo, espessos, vagarosos; a mão na espuma que lhe azedava os lábios; boiar numa onda incerta de enjoo e ter sede de repente como se tivesse de repente uma dor; o orvalho da noite poisava-lhe na nuca; podia erguer a cabeça tombada para fora da janela, virar a cara para o céu e beber daquela frescura suspensa pelo espaço; voltou-se com dificuldade e a moinha da água bateu-lhe ao de leve na fronte, nas pálpebras fechadas, foi-se acumulando gota a gota, deslizou em seguida pela face, encarreirou nas asas do nariz, veio depositar-se-lhe ao canto dos lábios; abriu a boca e sorveu a humidade lentamente; de súbito, qualquer lembrança remota parecida com aquilo, dias de chuva, a cabeça fora da janela, a boca aberta a aparar as goteiras do telhado, um perfil de criança recortada ao longe; a cinza da morrinha embaciava a distância, o tempo, mas havia por baixo de tudo, ao fundo das coisas, esse fulgor inapagável, o seu próprio perfil de criança, e muito mais, uma ternura dispersa pela casa paterna, por campos e pessoas, por bichos e por estrelas; o coração talhado numa grande pureza já perdida, a alma ainda livre da condenação do fogo, o corpo onde não acordara ainda o medo à morte, porque lhe era fácil então estender-se para fora da janela e beber alegremente das goteiras. Agora não. O vento impelia o marulho da treva, vinha salpicá-lo duma poeira húmida de ruínas; as costas doíam-lhe de encontro ao  peitoril; mudou de posição, fez um esforço para se endireitar, fincando as mãos no rebordo da janela, e ficou cambaleante, de olhos abertos para a noite, negra de lado a lado: o luar nunca existiu, as estrelas também não, mas onde diabo terei eu visto já luar e estrelas, se nada vejo agora?  O vento arrastava a  poeira, apagava os astros, sumia tudo e na escuridão as coisas fermentavam. Apodreciam. Sabia-lhe mal a boca, um soluço flatulento e choco agitava-o. Deu-lhe vontade chorar, chorar apenas, sem saber de quê. Esfregando os olhos, compreendeu confusamente que estava diante da janela aberta, entontecido e indisposto, que tinha a noite pela frente e que a noite lhe fazia bater os dentes devagar, cheio de frio." (67-69)

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publicado às 09:49

Inhaca

por jpt, em 24.11.14

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Vou na rua do Coliseu, vindo do D. Maria onde não fui ao teatro, sozinho, esfomeado, sábado à noite, a cruzar o "Gambrinus" sabendo-o caro demais para estes meus dias d'agora e surpreendo-me. Pois nunca reparara, ali mesmo defronte este restaurante cervejaria "Inhaca". Estanco, torna-se-me impossível não parar, experimentar. Saberei que já existe há 47 anos! Sem que eu o percebesse ...

 

Sento-me, na vaga experiência de alguma culinária da "terra". Mas não, da austral não há réstea, apenas nome. Fico então ali, neste desabrigo da sozinhês a olhar um benfica-moreirense na tv. Mas depois contacto com uma muito louvável "sopa alentejana" - o que nesta minha "pátria amada" se faz com o pão é um inestimável contributo à civilização humana. Depois um decente bacalhau cozido. Um serviço gentilíssimo, o gerente daqueles de ainda do tempo de saber criar clientes. E preço nada escandaloso, ainda para mais naquela zona.

 

Mas, mais do que tudo, o nome, este "Inhaca" a acalentar-me na noite ... Sigo, depois, no regresso a casa. Reconfortado.

 

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publicado às 01:12

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"25 Abril Sempre!", reclamei eu ontem, sábado ao fim da tarde, ao encontrar amigos algo gauchistes, colhendo sorrisos um pouco encanitados. Foi o dia em que Sócrates caiu da cadeira. Entretanto muitos dos seus apaniguados já "tiraram a gravata", outros são declarados "marcelistas" ("apartar política de justiça" aka "evolução na continuidade"). Em breve, durante esta próxima semana, veremos tantos defender os "3 Ds" defendendo, afinal, o "Democratizar, Descolonizar, Desenvolver". As "casacas virar-se-ão" e no próximo fim-de-semana, no congresso da "oposição democrática", tudo continuará como sempre.

 

Sobre o tema deixo, também para memória futura, alguns textos que li nos blogs

 

- "É preciso é calma!", no Herdeiro de Aécio.

 

- "O nacional-tremendismo provinciano: do "regime", no Nada os Dispõe à Acção.

 

- "A culpa não é de Sócrates. É nossa", de Helena Matos no Blasfémias.

 

- "Cinco Pontos", de Nuno Castelo-Branco no Estado Sentido.

 

- A opinião de João Soares, o grau zero denunciado no Delito de Opinião.

 

- "A autópsia de Sócrates", de Rui Rocha no Delito de Opinião

 

- "O fim da era Sócrates", de Maria Teixeira Alves no Corta-fitas.

 

- "Também tenho coisas para dizer", de Daniela Major, e "José Sócrates não devia ter sido detido de noite", de Ricardo Ferreira Pinto, ambos no Aventar.

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publicado às 23:21

Dois num

por mvf, em 22.11.14

Aqui no ma-schamba temos sido incapazes de poupar tempo ao estimado frequentador misturando dois assuntos diversos na mesma publicação. Vamos tentar essa difícil proeza de falar de alhos e bugalhos sem contaminações para que o ma-schamba se torne mais dinâmico rivalizando deste modo com outras redes sociais. Gratos antecipadamente pela compreensão de eventuais erros pela óbvia virgindade experimental, aqui vai disto com os votos sinceros de um bom fim de semana.

 

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1. Gravura representando um famoso cavalo, um campeão dos hipódromos do Reino Unido que ostentava com garbo um nome inspirado em Portugal. Diz-se que o cavalheiro proprietário da égua - porque o Filho da Puta era uma égua! - lhe terá dado o nome por comportamento que se poderia considerar algo leviano de Mrs. Bartlett, a sua legítima esposa que hipicamente saltou para a garupa de um oficial de Marinha com quem foi ser feliz. Outra versão garante que a inspiração de tão mimoso nome veio do não menos carinhoso tratamento que um seu criado, ribatejano de boa cepa, dava ao quadrúpede. Enfim, um Filho da Puta que afinal era uma Filha da Puta.

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2. José Sócrates Pinto de Sousa, ex-primeiro ministro de Portugal e estudante, foi detido no Aeroporto da Portela em Lisboa. Com direito a escolta deu entrada nos calabouços policiais enquanto não era ouvido como suspeito de vários crimes.

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publicado às 14:33

é madrugada ...

por jpt, em 22.11.14

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cheguei à casa d'antes que é agora a d'agora, estou sentado à secretária do meu pai no seu escritório. Ele não está, morreu há três anos. E o quanto gostaria ele de estar, pois amava viver. E quanto ironia, sarcasmo até, partilhariamos hoje, ao sabermos quem foi preso, que noite longa seria esta se fosse nossa e não só minha ...

 

Faz(es)-me falta. Mais até para estes momentos, parcos, felizes.

 

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publicado às 03:10


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